Histerectomia em Brasília
Na Clínica da Mulher, valorizamos uma abordagem individualizada e cuidadosa no tratamento dos miomas uterinos. Quando há indicação clínica e possibilidade médica, a miomectomia pode ser considerada como uma alternativa para tratar os miomas preservando o útero.
Nossos Procedimentos
Uma conduta cirúrgica que exige avaliação cuidadosa e individualizada
A histerectomia é um procedimento cirúrgico realizado para a remoção total ou parcial do útero, conforme a indicação médica e a condição de saúde da paciente.
Essa cirurgia pode ser indicada em casos de miomas uterinos, endometriose, sangramento uterino anormal, adenomiose, prolapso uterino, câncer ginecológico ou outras condições que comprometem a saúde e a qualidade de vida da mulher.
A decisão pela histerectomia é feita de forma individualizada, geralmente quando outras alternativas de tratamento não são indicadas, não apresentam resposta adequada ou quando a cirurgia representa a melhor conduta para o caso.
Na avaliação médica, são considerados fatores como diagnóstico, sintomas, idade, histórico de saúde, desejo reprodutivo e extensão da doença, para definir o tipo de histerectomia mais adequado e seguro para cada paciente.
Quando procurar uma consulta em Ginecologia Clínica
A indicação depende da avaliação ginecológica, do histórico clínico, dos sintomas, dos exames e da necessidade terapêutica de cada paciente.
- pólipos uterinos*
- prolapso Uterino
- fibromas uterinos
- doenças Benignas
- endometriose Grave
- prevenção do Câncer
- sangramento Uterino Anormal
- câncer de útero, colo do útero ou ovário
Como é o procedimento de Remoção do Útero?
A histerectomia é um procedimento cirúrgico que consiste na remoção do útero, podendo ser realizada por diferentes vias, conforme a indicação médica, o diagnóstico, as condições clínicas da paciente e a complexidade de cada caso.
As principais formas de realização da histerectomia são:
Saúde íntima feminina
Na histerectomia abdominal, a cirurgia é realizada por meio de uma incisão na região inferior do abdômen. Essa via pode ser indicada em casos específicos, especialmente quando há necessidade de maior acesso à cavidade abdominal, presença de útero aumentado, miomas volumosos, aderências ou outras condições associadas.
Durante o procedimento, o útero é removido e, quando houver indicação médica, também podem ser retiradas as trompas de falópio e/ou os ovários. Ao final da cirurgia, a incisão é fechada com pontos ou grampos cirúrgicos.
Histerectomia vaginal
A histerectomia vaginal é realizada pela via vaginal, sem a necessidade de incisões no abdômen. Por ser uma técnica menos invasiva em relação à via abdominal, pode oferecer uma recuperação mais confortável em casos selecionados.
Nesse procedimento, o médico remove o útero através da vagina, utilizando instrumentos cirúrgicos específicos. A indicação depende da anatomia da paciente, do tamanho do útero, da presença de outras doenças associadas e da avaliação médica individualizada.
Histerectomia laparoscópica
A histerectomia laparoscópica é uma técnica minimamente invasiva, realizada por meio de pequenas incisões na pele, geralmente na região abdominal. Por essas incisões, são introduzidos uma câmera e instrumentos cirúrgicos, permitindo que o médico visualize a cavidade abdominal em um monitor e realize o procedimento com precisão.
Quando indicada, essa técnica pode favorecer menor trauma cirúrgico, recuperação mais rápida e menor desconforto no pós-operatório, em comparação com cirurgias abertas.
Tipos de histerectomia
A histerectomia também pode ser classificada de acordo com a extensão da remoção cirúrgica:
Histerectomia total: remoção completa do útero, incluindo o corpo e o colo do útero.
Histerectomia subtotal: remoção do corpo do útero, mantendo o colo uterino.
Histerectomia radical: remoção do útero, colo do útero, parte superior da vagina e tecidos ao redor. Geralmente é indicada em casos específicos, como alguns tipos de câncer ginecológico.
A decisão pela histerectomia deve ser sempre individualizada e baseada em uma avaliação médica cuidadosa, considerando o diagnóstico, os sintomas, a saúde geral da paciente, seu histórico clínico, desejo reprodutivo e alternativas terapêuticas disponíveis.
Na Clínica da Mulher, a indicação cirúrgica é feita com responsabilidade, acolhimento e planejamento, priorizando sempre a segurança, o bem-estar e a melhor conduta para cada paciente.


